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sábado, 30 de janeiro de 2021

Desembargadora Nailde Pinheiro assume TJCE e quer o judiciário mais inclusivo e aberto


A desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira, nascida em Aurora na Região do Cariri, assumiu, nesta sexta-feira (29), a presidência do Tribunal de Justiça do Ceará para o biênio 2021-2022. Na mesma solenidade, tomaram posse os desembargadores Antônio Abelardo Benevides Moraes (Vice-presidente) e Paulo Airton Albuquerque Filho (Corregedor-geral).

A cerimônia virtual foi conduzida pelo desembargador Washington Araújo, que presidiu o Poder Judiciário no biênio 2019-2021. No discurso de despedida, Washington Araújo fez uma breve avaliação da gestão, deu as boas-vindas à nova presidente do Tribunal de Justiça, que exerceu até então a Vice-Presidência e enalteceu as qualidades da gestora. “O trajeto existencial da desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira é marcado pelo percurso sereno, pelo caminhar sintonizado com o sol dos grandes valores”, disse.

Após juramento de posse, Nailde Pinheiro assumiu a condução da cerimônia. Em seguida, empossou o desembargador Abelardo Benevides Moraes, como vice-presidente, e o desembargador Paulo Airton Albuquerque Filho, como corregedor-geral da Justiça.

A nova dirigente do Poder Judiciário ressaltou que trabalhará para incrementar a produtividade sem deixar de lado a humanização dos serviços prestados pela Justiça estadual.

“Constatamos a necessidade de adequação ao nosso tempo, marcado pelo uso intensivo e inteligente de tecnologia. A automação e a gestão aprimorada de processos de trabalho se tornam absolutamente imprescindíveis. Em tempos tão difíceis, porém, não podemos dispensar a necessidade de humanização do atendimento, visando ao acolhimento daqueles que mais necessitam de auxílio e apoio, com o objetivo de propiciar um Poder Judiciário efetivamente aberto e inclusivo para todos”.

Terceira mulher a assumir a Presidência do TJCE em 146 anos de história, a desembargadora salientou que se dedicará às iniciativas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com a intensificação de ações preventivas em todo o Estado. Disse ainda que será executado programa de desenvolvimento de mulheres líderes, “com o fim de fomentar, cada vez mais, a participação feminina na gestão judiciária”. Outra prioridade é a comunicação permanente com o público interno e a sociedade.

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