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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Luizianne recebe contribuições do Sindiute para programa de educação


A candidata do PT à prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, esteve na tarde desta segunda (5), no Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute), para receber a plataforma de educação da entidade. “Temos um histórico de relação muito importante com professores e comunidade escolar; foram muitos avanços e muitas conquistas como a incorporação de aditivos e reconhecimento dos professores com o plano de cargos e salários, disse a candidata.

Luizianne reforçou a proposta de universalização das creches e de retomada da merenda escolar de qualidade, além do diálogo com toda a comunidade. A candidata também se comprometeu a promover o acesso ao livro nas escolas e reabrir bibliotecas e laboratórios de informática construídos durante a sua gestão à frente da Prefeitura. “É preciso retomar a agenda escolar como instrumento de diálogo com as famílias e voltar a ofertar frutas, legumes e verduras na merenda escolar”, complementou.

Durante a entrega das propostas para a educação, a presidenta da entidade, Ana Cristina Fonseca, presenteou Luizianne com um livro do teólogo Leonardo Boff. “Que você seja a representante da bancada do livro, da bancada da escola pública, da bancada da escola sem censura. Que seja a prefeita da democracia, dos direitos e da liberdade”, disse a liderança do Sindiute.

Propaganda Eleitoral

Durante a atividade, questionada sobre a definição do tempo de TV na propaganda eleitoral, Luizianne disse que o tempo de um minuto e 11 segundos seria insuficiente para falar sobre tudo o que já fez e sobre suas propostas. “Eu sou o menor tempo entre o candidato governista e o candidato bolsonarista, que está à frente das pesquisas de opinião. A gente vai tentar recuperar esse tempo pedindo para as pessoas compartilharem e transmitirem nossas ideias pelas redes sociais e através da militância. Ter muito tempo, e não dizer nada, não adianta também, então é melhor a gente ser preciso e dizer de que lado da história nós estamos e que Brasil nós queremos construir”, argumentou.

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