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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Dnit remove 151 lombadas e radares eletrônicos nas estradas federais no Ceará


No Ceará, 151 radares e lombadas eletrônicas que estavam sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) estão sendo removidos das rodovias federais. A superintendente regional do Dnit, Líris Silveira, explica que a retirada acontece, no país todo, devido ao encerramento do contrato, que ocorreu no fim de 2018.

Entre domingo e esta segunda-feira (7 e 8), funcionários do órgão estadual foram vistos removendo os equipamentos, seguindo uma determinação federal. “Em função de determinação presidencial, a instalação de novos sensores foi suspensa até a revisão e a atualização de critérios pelo Ministério da Infraestrutura, que serão baseados em estudos técnicos que já estão em andamento”, explicou o Ministério da Infraestrutura por meio de uma nota.

A remoção desses equipamentos deveria ter começado em janeiro de 2019, após o encerramento do último contrato (que já estava em caráter “emergencial”, passados os cinco anos contemplados com a licitação). Líris explica que os fotossensores removidos são equipamentos que não estão funcionando "porque eles “não podem confundir o usuário que está na via".

A instalação dos equipamentos que irão substituir os desativados ainda não tem prazo para acontecer porque a decisão é, exclusivamente, tomada em Brasília, e depois encaminhada aos estados.

Por nota, o Ministério da Infraestrutura revelou que foi determinada "uma análise rigorosa no plano de radares instalados nas rodovias. Será considerada como prioritária a redução do uso do equipamento onde estes não são essenciais à segurança viária, com a possibilidade de utilização de outros mecanismos de segurança".

Substituição dos radares

Os equipamentos que estão sendo removidos atualmente estão sob responsabilidade do Dnit, e são ferramentas fixas, que trabalhavam em apenas um local. Contudo, o Dnit estadual realizou uma análise, onde concluiu que novos pontos podem receber os equipamentos que chegarão (assim como pontos antigos podem não ser renovados).

“Alguns vão continuar nos mesmos lugares que já existiam os antigos; e outros em alguns lugares que nós analisamos: pontos de maior incidência de acidentes, ou necessidade de controle de velocidade”, complementa a superintendente regional.

Outra informação que segue imprecisa é a quantidade de novos aparatos que serão instalados. Líris revela que essa decisão depende da “geometria da vida”. “Em média, são 354 faixas. (A quantidade de equipamentos instalados) depende muito da geometria da via. Tem rodovia que tem duas faixas, tem umas que tem uma faixa, outras três faixas”, explica.

(Diário do Nordeste)

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