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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Ministra do STF analisa mandado de segurança do PSL Ceará contra lockdown em Fortaleza

Deputado Heitor Freire comanda o PSL no Ceará.

O prolongamento do isolamento social no estado do Ceará e do lockdown na capital Fortaleza levaram o PSL CE a apresentar uma reclamação relacionada ao mandado de segurança contra o governador Camilo Santana e o prefeito Roberto Cláudio. Após recorrerem ao Tribunal de Justiça do Ceará, o partido encaminhou a demanda para o Supremo Tribunal Federal. A ministra Cármen Lúcia analisa o documento que questiona, por exemplo, a falta de critérios técnicos e científicos para o decreto do lockdown e sua prorrogação.

“Estamos até agora esperando o plano de reabertura das ativadas prometido pelo senhor Camilo Santana, e nada. Até quando vamos acompanhar, impotentes, as arbitrariedades do poder executivo do Ceará? Desde quando só prorrogar isolamento social e lockdown é medida eficiente para conter o avanço do coronavírus? Os números não mentem! Todos os dias o boletim do Ministério da Saúde mostra que o Ceará não sai das primeiras cinco colocações de estados com maior número de infectados e mortos pela covid-19. Já chega de tanto descaso com a saúde e com a economia cearenses”, afirmou o deputado federal Heitor Freire, presidente do PSL CE.

O parlamentar, que tem cerca de 10 pautas voltadas para o combate à covid-19, entre projetos de lei e indicações ao governo federal, reforçou que segue cobrando o plano para a retomada gradativa das atividades do Estado, anunciado pelo governador Camilo Santana somente para o mês de junho.

“Temos a consciência da necessidade de combater a covid-19, mas essas medidas devem ser feitas com planejamento e ações efetivas que busquem solucionar o problema sem impor à população cearense decisões tão drásticas. Cadê a fiscalização para impedir aglomerações, para checar o uso da máscara em locais públicos? Exijo que o governo do estado do Ceará apresente logo esse plano de retomada da economia, pois a saúde está em ruínas, as famílias passam fome, e os trabalhadores foram parar no olho da rua e não tem esperanças de quando isso vai acabar”, disse o presidente do PSL CE.

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