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domingo, 7 de março de 2021

Empresas aguardam do ministro Paulo Guedes resposta sobre prorrogação do prazo de pagamento do Pronampe


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aguarda, para os próximos dias, resposta ao pedido enviado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, para ser prorrogado o início da carência do pagamento dos empréstimos contraídos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A expectativa é grande entre dirigentes de empresas do Ceará que recorreram aos empréstimos para enfrentar a crise.

A carência para as empresas pagarem os empréstimos feitos em 2020, durante a crise sanitária, está acabando e a primeira parcela chega no momento em que a economia desacelerou com a segunda onda da pandemia. A decretação de lokdown neste mês de março fez despencar o faturamento do comércio e obrigações financeiras e fiscais estão sendo adiadas por muitas empresas.

Com esse quadro, a CNC alertou, no ofício encaminhado ao Ministro da Economia, que a gravidade da pandemia e o consequente fechamento do comércio, como tem sido feito em cidades e estados brasileiros, também precisa ser levado em consideração para uma eventual prorrogação de carência. Essa realidade é vista nas pequenas, médias e grandes cidades do Ceará.

“A retomada não ocorreu conforme o previsto e continuamos experimentando as consequências e o agravamento da situação, com o retorno de medidas que incluem o fechamento de estabelecimentos”, destaca um dos trechos dos documentos enviados ao Governo Federal e a Febraban.

Em outro ponto do documento, a CNC alerta, ainda, que as empresas, sob influência dos impactos econômicos advindos da crise da covid-19, ainda não conseguiram se recuperar, não dispondo de condições para arcar com esse compromisso neste momento. Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros,

‘’o Pronampe foi determinante para garantir a sustentabilidade financeira dos estabelecimentos, permitindo a sobrevida de milhões de empresas no País frente aos graves impactos decorrentes da crise do novo coronavírus’’.

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