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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Flordelis botou arsênico na comida do marido e comprou a arma do crime, dizem polícia e MP

Antônio Ricardo Nunes, diretor do departamento geral de Homicídios; Allan Duarte, DH Niterói; promotor Sérgio Luiz Lopes Pereira, do Gaeco, e Simone Sibilio, coordenadora do Gaeco — Foto: Henrique Coelho/G1A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) afirmaram, durante entrevista coletiva da Operação Lucas 12, nesta segunda-feira (24), que não há dúvida de que a deputada federal Flordelis (PSD-RJ) é a autora intelectual da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo.

O plano, segundo as investigações, começou em maio de 2018, com um envenenamento em doses por arsênico, e terminou com a execução. O pastor foi morto com mais de 30 tiros em 16 de junho de 2019, na porta de casa.

"Flordelis, além de arquitetar todo esse plano, financiou a compra dessa arma, convenceu pessoas a realizar esse crime, avisou sobre a chegada da vítima ao local e tentou ocultar provas. Não resta a menor dúvida deque ela foi a autora intelectual, a grande cabeça desse crime", afirmou o delegado Allan Duarte.

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