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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Após Ciro retirar "bagulhos" de apartamento, Eunício revela o que fará com imóvel arrematado em leilão


O ex-presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB) informou, nesta segunda-feira, 17, o que fará com o apartamento do ex-ministro e presidenciável Ciro Gomes (PDT), seu desafeto político, arrematado em leilão judicial. O imóvel do pedetista foi leiloado para pagar a indenização de R$ 450 mil que deve ao ex-presidente Fernando Collor de Mello (Pros-AL). O processo tramitou na Justiça por mais de 30 anos.

Em entrevista ao Radar, da revista Veja, o emedebista disse que espera o rival "tirar os bagulhos" do apartamento para fazer "uma foto bem bonita" no espaço e depois "emprestar para os amigos que quiserem". “Primeiro, vou fazer uma foto bem bonita no dia em que o Ciro for tirar os bagulhos dele de lá. Depois, vou emprestar para os amigos que quiserem passear na praia”, disse Eunício.

O apartamento foi penhorado pela Justiça em setembro do ano passado após Ciro não quitar dívida que era, inicialmente, de R$ 400 mil. A quantia diz respeito a uma condenação por danos morais, após Ciro dizer que Lula deveria ter chamado Collor de “playboy safado” e “cheirador de cocaína” durante o debate nas eleições de 1989.

A condenação, a título de danos morais, inicialmente foi fixada em R$ 100 mil. Depois, chegou a ser reduzida para R$ 60 mil pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Com os juros moratórios desde os fatos, o valor chegou a cerca de 400 mil.

"Arrematei de sacanagem… O homem não administra nem o patrimônio dele, quer administrar o Brasil?”, disse Eunício em entrevista à Veja, no ano passado. O imóvel leiloado está localizado em Fortaleza, capital cearense, e foi avaliado em R$ 409.647,90 pelo site Megaleilões, que realizou o pregão.

Em nota à revista, Ciro comentou sobre o leilão do apartamento afirmando que "trata-se de ação judicial eivada de vícios e nulidade, com recurso pendente de julgamento ao Superior Tribunal de Justiça". O ex-ministro disse também que confia na "decisão isenta e técnica dos tribunais superiores que darão palavra final sobre a causa". ( O Povo)

 

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