terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Câmara de Fortaleza e Fundação Demócrito Rocha lançam livro Verdejar Fortaleza



Fortalecer e aproximar cada vez mais a população do futuro da cidade tem sido um caminho que a Câmara de Fortaleza tem trilhado, que resultou na parceria com a Fundação Demócrito Rocha (FDR) para a realização do Projeto Verdejar. Ação que, nesta terça-feira, 24, culminou no lançamento do livro Verdejar Fortaleza durante a sessão plenária. A obra apresenta um relato detalhado e afetivo de um ano de atividades desenvolvidas pelo projeto Verdejar Fortaleza, que contou com a participação de 18 escolas municipais em oficinas teóricas e aulas de campo.

A proposta dialoga diretamente com um dos pilares da atual Mesa Diretora da Câmara: a sustentabilidade. Sob a gestão do presidente Leo Couto (PSB), a Casa vem implementando metas estratégicas para os próximos anos, que iniciaram em 2025 com a instalação de painéis solares e a digitalização de processos via plataforma CMFor360, resultando na economia de mais de 10 toneladas de papel.

Formação e impacto social

O presidente Leo Couto enfatizou que a parceria com a Fundação Demócrito Rocha foi fundamental para levar as ações da Câmara de Fortaleza para junto da população, permitindo que a educação ambiental chegasse onde ela é mais necessária.

“Precisávamos de um projeto que pudesse impactar e inserir a nossa juventude. O Verdejar nasceu dessa vontade de tirar o discurso do papel e transformá-lo em ação”, destacou o presidente Leo Couto.



A iniciativa, como destaca Leo Couto, vem consolidar o papel do Legislativo como um agente de transformação, envolvendo estudantes e as escolas no processo de preservação do meio ambiente.

“O projeto Verdejar é a prova de que o poder público pode e deve ser o indutor de uma nova mentalidade. Ao entregarmos este livro, não estamos apenas prestando contas de um relatório, mas celebrando o despertar de milhares de jovens para o cuidado com a nossa ‘casa comum’. A sustentabilidade na nossa gestão não é um conceito abstrato; ela está no painel solar que instalamos, no papel que deixamos de imprimir e, principalmente, no conhecimento que levamos para os bairros periféricos da nossa cidade.”

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