No mês do “Janeiro Branco”, campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental, a Câmara Municipal de Fortaleza evidencia o trabalho do Núcleo de Saúde Mental, que atua em parceria com a Gestão de Inclusão para ampliar o cuidado voltado às pessoas com deficiência.
A gestora de Inclusão da CMFor, Lívia Vasconcelos, abordou o conceito de “fadiga de acesso” ao tratar da relação entre acessibilidade e saúde mental. “Quando a gente fala sobre saúde mental da pessoa com deficiência, a gente lembra de um termo chamado ‘fadiga de acesso’, que é quando a gente cansa da falta de acessibilidade, da falta de inclusão, da falta de pertencimento e de reconhecimento. Então, a gente está cansado de ter sempre de pedir, exigir e explicar”, afirmou.
No mês do “Janeiro Branco”, campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental, a Câmara Municipal de Fortaleza evidencia o trabalho do Núcleo de Saúde Mental, que atua em parceria com a Gestão de Inclusão para ampliar o cuidado voltado às pessoas com deficiência.
A gestora de Inclusão da CMFor, Lívia Vasconcelos, abordou o conceito de “fadiga de acesso” ao tratar da relação entre acessibilidade e saúde mental. “Quando a gente fala sobre saúde mental da pessoa com deficiência, a gente lembra de um termo chamado ‘fadiga de acesso’, que é quando a gente cansa da falta de acessibilidade, da falta de inclusão, da falta de pertencimento e de reconhecimento. Então, a gente está cansado de ter sempre de pedir, exigir e explicar”, afirmou.
No mês do “Janeiro Branco”, campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental, a Câmara Municipal de Fortaleza evidencia o trabalho do Núcleo de Saúde Mental, que atua em parceria com a Gestão de Inclusão para ampliar o cuidado voltado às pessoas com deficiência.
A gestora de Inclusão da CMFor, Lívia Vasconcelos, abordou o conceito de “fadiga de acesso” ao tratar da relação entre acessibilidade e saúde mental. “Quando a gente fala sobre saúde mental da pessoa com deficiência, a gente lembra de um termo chamado ‘fadiga de acesso’, que é quando a gente cansa da falta de acessibilidade, da falta de inclusão, da falta de pertencimento e de reconhecimento. Então, a gente está cansado de ter sempre de pedir, exigir e explicar”, afirmou.
Os funcionários da CMFor podem agendar atendimento no Núcleo de Saúde Mental por meio do Centro de Promoção à Saúde do Servidor (CPSS). O agendamento pode ser feito presencialmente, na sede da CMFor, Rua Dr. Thompson Bulcão, 830, ou pelos telefones: (85) 3444-8447 e (85) 9960-84379 (WhatsApp).
