Com 80% de execução da Fase 1, as obras da ferrovia se estendem por 326 quilômetros em território cearense, ligando Piquet Carneiro ao Porto do Pecém. O governador Elmano de Freitas destacou a importância da obra para todo o Ceará. “Tenho muita alegria de estar aqui na minha região, o Maciço de Baturité, em Aracoiaba, para essa visita às obras da Transnordestina, para que possamos ver in loco o andamento da obra”, afirmou o governador, durante a vistoria do início dos trechos lote 9 (Aracoiaba–Baturité) e lote 10 (Caucaia–Aracoiaba).
Com extensão total de 97 quilômetros, os lotes 9 e 10 abrangem os municípios de Baturité, Aracoiaba, Redenção, Acarape, Guaiúba, Palmácia, Maranguape e Caucaia. O trecho recebeu investimento de R$ 2 bilhões, por meio do Novo PAC, em dezembro de 2025. Já o segundo trecho visitado foi o lote 5, que abrande os municípios de Piquet Carneiro, Senador Pompeu e Quixeramobim, e está em fazer de execução de superestrutura.
Elmano esteve acompanhado do diretor-presidente da Transnordestina Logística, Ismael Trinks; do secretário nacional de Transporte Ferroviário do Ministério dos Transportes, Leonardo Ribeiro; da diretora de Administração da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene); do diretor executivo de Infraestrutura e Logística da CSN, Tufi Daher Filho; do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Romeu Aldigueri; além de outras autoridades.
Transformação da economia
A Fase 1 corresponde ao trecho que vai de Paes Landim, no Piauí, até o Porto do Pecém, e tem previsão de conclusão para o primeiro semestre de 2027. “Temos aqui uma obra que vai ajudar a transformar ainda mais a economia cearense. Estamos realizando a principal obra de logística do Estado do Ceará: uma ferrovia que vem do Piauí, uma região rica em grãos e minérios, e que vai atravessar o Ceará de norte a sul”, ressaltou Elmano.
Com o trecho entre Acopiara, Missão Velha e Salgueiro completamente executado, atualmente são oito trechos em obras em território cearense:
MVP 11: Pecém – Caucaia
MVP 10: Caucaia – Aracoiaba
MVP 9: Aracoiaba – Baturité
MVP 8: Baturité – Itapiúna
MVP 7: Itapiúna – Quixadá
MVP 6: Quixadá – Quixeramobim
MVP 5: Quixeramobim – Piquet Carneiro
MVP 4: Piquet Carneiro – Acopiara
Com 1.206 quilômetros de extensão na linha principal e outros 73 quilômetros em linhas secundárias, a Ferrovia Transnordestina cruzará 53 municípios entre Eliseu Martins, no Piauí, e o Porto do Pecém, no Ceará. Desse total, 28 municípios são cearenses.
Para o secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, a ferrovia vai atrair investimentos para os municípios por onde passa. “Uma ferrovia, uma vez implantada, induz a instalação de terminais e portos secos pelo setor privado em seu entorno, promovendo desenvolvimento, geração de emprego e renda. Temos certeza de que essa ferrovia vai transformar a economia local”, concluiu.
No Ceará, também estão previstos três terminais de cargas, localizados nos municípios de Missão Velha, Iguatu e Quixeramobim. Este último receberá o Porto Seco José Dias de Macêdo, que permitirá a armazenagem, movimentação e despacho aduaneiro de cargas, reduzindo custos operacionais e ampliando a eficiência logística no interior do Estado.
Geração de emprego
Além de impulsionar a logística e o desenvolvimento econômico, as obras da Ferrovia Transnordestina também têm impacto direto na geração de empregos. Apenas no trecho visitado em Aracoiaba , que está em fase inicial de obras, mais de 140 trabalhadores estão atualmente em atividade. “Cada lote vai chegar, em média, a mil trabalhadores. Portanto, a Transnordestina deve empregar cerca de 5 mil trabalhadores diretos, além daqueles contratados para serviços de apoio, como alimentação, fornecimento de insumos e equipamentos. Ou seja, além de todos os benefícios estruturais, temos também uma grande geração de emprego”, pontuou o governador.
A Fase 1 corresponde ao trecho que vai de Paes Landim, no Piauí, até o Porto do Pecém, e tem previsão de conclusão para o primeiro semestre de 2027. “Temos aqui uma obra que vai ajudar a transformar ainda mais a economia cearense. Estamos realizando a principal obra de logística do Estado do Ceará: uma ferrovia que vem do Piauí, uma região rica em grãos e minérios, e que vai atravessar o Ceará de norte a sul”, ressaltou Elmano.
Com o trecho entre Acopiara, Missão Velha e Salgueiro completamente executado, atualmente são oito trechos em obras em território cearense:
MVP 11: Pecém – Caucaia
MVP 10: Caucaia – Aracoiaba
MVP 9: Aracoiaba – Baturité
MVP 8: Baturité – Itapiúna
MVP 7: Itapiúna – Quixadá
MVP 6: Quixadá – Quixeramobim
MVP 5: Quixeramobim – Piquet Carneiro
MVP 4: Piquet Carneiro – Acopiara
Com 1.206 quilômetros de extensão na linha principal e outros 73 quilômetros em linhas secundárias, a Ferrovia Transnordestina cruzará 53 municípios entre Eliseu Martins, no Piauí, e o Porto do Pecém, no Ceará. Desse total, 28 municípios são cearenses.
Para o secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, a ferrovia vai atrair investimentos para os municípios por onde passa. “Uma ferrovia, uma vez implantada, induz a instalação de terminais e portos secos pelo setor privado em seu entorno, promovendo desenvolvimento, geração de emprego e renda. Temos certeza de que essa ferrovia vai transformar a economia local”, concluiu.
No Ceará, também estão previstos três terminais de cargas, localizados nos municípios de Missão Velha, Iguatu e Quixeramobim. Este último receberá o Porto Seco José Dias de Macêdo, que permitirá a armazenagem, movimentação e despacho aduaneiro de cargas, reduzindo custos operacionais e ampliando a eficiência logística no interior do Estado.
Geração de emprego
Além de impulsionar a logística e o desenvolvimento econômico, as obras da Ferrovia Transnordestina também têm impacto direto na geração de empregos. Apenas no trecho visitado em Aracoiaba , que está em fase inicial de obras, mais de 140 trabalhadores estão atualmente em atividade. “Cada lote vai chegar, em média, a mil trabalhadores. Portanto, a Transnordestina deve empregar cerca de 5 mil trabalhadores diretos, além daqueles contratados para serviços de apoio, como alimentação, fornecimento de insumos e equipamentos. Ou seja, além de todos os benefícios estruturais, temos também uma grande geração de emprego”, pontuou o governador.
