quarta-feira, 1 de abril de 2015

Policlínica e CEO deixam de receber pacientes de Juazeiro por conta do calote de Raimundão


Quem lembra das palavras ditas pelo prefeito Raimundo Macedo e seus assessores de que o ano de 2014 seria o ano da saúde, em Juazeiro do Norte?
Pois bem, o ano acabou e o que a população pôde constatar foi um total abandono da saúde pública de Juazeiro. Os postos de saúde não funcionam de forma adequada e o Hospital Tasso Jereissati (antigo Estefânia) continua sem atendimento à população carente.
Agora pra piorar a situação, de nossa já sofrida população o consórcio gestor da Policlínica de Barbalha e do CEO (Centro de Especialidades Odontológicas) de Juazeiro do Norte começam a recusar atender pacientes da cidade de Juazeiro do Norte, por conta do calote instituído por Raimundão.
Em funcionamento há quase dois anos, a Policlínica de Barbalha é gerida pelo conselho gestor formado pelos prefeitos de Barbalha, Juazeiro, Missão Velha, Jardim, Granjeiro e Caririaçu. Cada prefeito é obrigado a pagar uma cota de acordo com o número de pacientes enviados para atendimento ou exames na Policlínica.
Só que, segundo o conselho gestor,  o prefeito Raimundo Macedo nunca repassou sua cota, o que vem inviabilizando o funcionamento da Policlínica e do CEO. Vale ressaltar, que Juazeiro é o município que mais envia pacientes e solicitações de exames.
Em novembro do ano passado, o conselho gestor ameaçou descredenciar Juazeiro do Norte pelo mesmo motivo, Na época, Raimundão alegou que o valor cobrado por exames na Policlínica seria quase três vezes maior do que ele paga mensalmente a laboratório particular na cidade de Juazeiro do Norte para atender a população.
Desde então ficou estabelecido o calote na saúde.
NOTA:
A secretária de Saúde de Juazeiro do Norte, Marcleide e disse desconhecer o assunto.

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