A cada eleição, o TSE estabelece um teto de gastos para as campanhas eleitorais para cada cargo em disputa. Em 2026, os candidatos à Presidência podem gastar até R$ 88,9 milhões no primeiro turno e mais R$ 44,5 milhões no segundo.
Olhando de perto, o ranking dos presidenciáveis de gastos declarados até a última quinta-feira fica da seguinte forma:
Lula: R$ 65 milhões.
Flávio Bolsonaro: R$ 55 milhões.
Ronaldo Caiado: R$ 24 milhões.
Romeu Zema: R$ 4 milhões.
Renan Santos: R$ 1,2 milhão.
Augusto Cury: R$ 265 mil.
Na pesquisa mais recente do DataFolha, Lula e Flávio aparecem como os mais bem pontuados no primeiro turno. Os gastos com marketing nas duas campanhas se destacam.
Lula:
Na campanha petista, R$ 31 milhões do total gasto foram em um contrato com uma agência para serviços de comunicação e marketing. Outros R$ 5,2 milhões foram direcionados para publicidade impressa, adesivos e impulsionamento de conteúdos em redes da Meta.
Flávio:
Flávio:
A maior despesa foi de R$ 13,1 milhões com serviços de planejamento estratégico e marketing político. A campanha também declarou R$ 3,7 milhões para a criação de um canal no YouTube para divulgação de propostas e notícias relacionadas à candidatura.
Essa divulgação é importante porque, enquanto os dados não forem compartilhados, os candidatos eleitos não podem tomar posse. Ao mesmo tempo, o presidenciável que gastar acima do limite permitido precisa pagar uma multa equivalente a 100% do valor excedente. (The News)
Essa divulgação é importante porque, enquanto os dados não forem compartilhados, os candidatos eleitos não podem tomar posse. Ao mesmo tempo, o presidenciável que gastar acima do limite permitido precisa pagar uma multa equivalente a 100% do valor excedente. (The News)
