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| Daniel Maia faz a defesa de Rafael Branco |
O empresário e Chefe de Governo do Crato, Rafael Branco teve assegurado nesta quinta-feira (9), a devolução dos R$ 31, 5 mil apreendidos pela Policia e pelo Ministério Público no último dia 28 de março, na residência do empresário, um dos 32 investigados na Operação Hora da Verdade.
Em sua decisão, o juiz Renato Belo, da 1ª Vara Criminal do Crato, determinou que o montante seja devolvido imediatamente e ainda fixou prazo para que o material apreendido seja periciado e devolvido a todos os investigados na operação.
Segundo o advogado de defesa de Rafael Branco, Dr. Daniel Maia, a operação que teria como objetivo encontrar documentos que apontassem para eventuais irregularidades em licitações na Prefeitura do Crato, foi totalmente legal e abusiva. " Ressalto que a Hora da Verdade não possui nenhum fundamento. Representamos para que s atos dos agentes do Ministério Público, os quais, inusitadamente entraram de férias após a operação, sejam rigorosamente apurados pela Corregedoria do Órgão. Não se pode admitir tamanha irresponsabilidade de servidores públicos que aos invés de buscar cumprir a lei, buscam apenas holofotes midiáticos", disse o advogado Daniel Maia.
Em sua petição, Daniel Maia alegou que o dinheiro apreendido na casa de seu cliente seria parte do pagamento de cachê de um artista que irá se apresentar nesta sexta-feira (10), no Crato. "Meu cliente e empresário da área de entretenimento muito conhecido na região. O montante foi apurado da venda antecipada de ingresso do show", explicou o advogado.
Segundo a força-tarefa do Ministério Público, que participou da Operação Hora da Verdade, o objetivo foi de investigar possíveis irregularidades em licitações, baseadas em relatórios do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
