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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Secretária de Educação diz que não há previsão para pagamento dos direitos trabalhistas aos profissionais temporários

Secretária  Loreto prestou falou sobre a Educação de Juazeiro

A Secretária de Educação de Juazeiro do Norte, Maria Loreto de Lima afirmou nesta terça-feira (20), na Câmara Municipal, que não há previsão para que o município pague em 2017, os direitos trabalhistas aos profissionais temporários da Educação, tais como: décimo-terceiro salário e férias. A indagação foi feita pelo vereador Tarso Magno durante os esclarecimentos que Maria Loreto prestou aos vereadores juazeirenses sobre seu trabalho de seis meses de gestão como titular da pasta da Educação municipal.
Loreto apresentou números e respondeu às indagações dos vereadores com relação à classificação da educação juazeirense no Ideb, parcerias da Secretaria, seleções, contratação e pagamento de profissionais, pagamento de precatório.
“Recebemos Juazeiro com 62% de defasagem na leitura, escrita e interpretação e hoje ainda ocupamos o penúltimo lugar na classificação do Processo de Ensino e Aprendizagem do Ceará”, ressaltou a secretária. reconhecendo que todos os esforços vêm sendo realizados para a mudança desta situação.
O vereador Capitão Vieira questionou sobre a escolha do núcleo gestor das escolas e sobre o tempo de contratação de cada contratado temporariamente. Além de pedir informações sobre concurso público. E Maria Loreto esclareceu que o período de contratação se encerra em 30 de junho, mas, todos serão aditivados. E, novas questões relacionadas à contratação de professores temporários vem sendo discutida e a Câmara deve participar. E com relação à realização de concurso ainda não há previsão.
Para o presidente da casa, vereador Glêdson Bezerra a atual situação de Juazeiro na péssima posição dos indicadores da educação se deveu a inúmeras quantidades de greves ocorridas nas últimas gestões e diz da importância. Glêdson pede mais atenção à questão da inclusão, pois são mais de 300 estudantes nesta condição. “Se temos esse número, é preciso ter o mesmo número de cuidadores para acompanhar esses alunos”, frisa Glêdson.
(Com informações da Assessoria de Imprensa)